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25
ago2017

Academia no Amazonas “Casa de Bernardo Cabral”

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Sob o lema cunhado pelo grande civilista Clóvis Bevilácqua – “O Direito é a Justiça iluminada pela Moral” – realizou-se na noite de 13 de julho na sede da Fecomércio/AM, a Assembleia Geral de fundação da nova Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas (ACLJA), cujo patrono, titular da cadeira de no 1 e presidente de honra é o ex-ministro da justiça e relator histórico da Constituição brasileira de 1988, o jurista Bernardo Cabral.

Também presidente do Conselho Editorial da Revista Justiça & Cidadania o jurista conduziu os trabalhos ao lado de 50 cofundadores, novos acadêmicos, a saber: José Roberto Tadros, Ministro Mauro Campbell Marques (do STJ), Desembargador Flávio Pascarelli (presidente do TJAM), Gaitano Antonaccio, José Hamilton Saraiva dos Santos, Luziane de Figueiredo, Ari Moutinho, Lafayette Carneiro Vieira, Alcemir Pessoa Figliuolo, Arnaldo Péres, Marinildes Lima, Adalberto Carim Antonio, Márcio André Lopes Cavalcante, Pontes Filho, Francisca Rita Alencar Albuquerque, Jaiza Maria Pinto Fraxe, Jussara Pordeus, Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho, Edmilson Barreiros Júnior, Lúcia Viana, Graça Figueiredo, Júlio Antonio Lopes, Aldemiro Rezende Dantas Júnior, Félix Valois Coelho Júnior, Aniello Aufiero, Sebastião Marcelice, Helso do Carmo Ribeiro Filho, Marco Aurélio de Lima Choy, Liana Mendonça, Luís Carlos Valois, Paulo Feitoza, Júlio Cezar Lima Brandão, Pedro Lucas Lindoso, Lupercino de Sá Nogueira Filho, Arlindo Augusto dos Santos Porto, José Alberto Simonetti Cabral, Oldeney Sá Valente, Fábio Mendonça, Mário Aufiero, Clynio Brandão, Vallisney Oliveira, Jorge Pinho, Sálvia Haddad, José Russo, Evandro Paes de Farias, Paulo Trindade, Gerfran Carneiro Moreira, Maria do Perpétuo Socorro Guedes de Moura e Adriana Mendonça.

Bernardo Cabral afirmou em seu discurso que a nova Academia “surgiu de um sonho do advogado Júlio Antonio Lopes, logo compartilhado por um grupo de luminares de várias gerações e que alcançará, segundo ele, pelos conceitos abrangentes de ciências e letras jurídicas, todos aqueles homens e mulheres que deram ou dão inestimável contributo, em suas carreiras, à concretização do direito e da justiça”.

Na mesma ocasião foi aprovado o estatuto e formada a primeira diretoria, que ficou assim constituída: Presidente de Honra: Bernardo Cabral; presidente: José Roberto Tadros; vice-presidente: Júlio Antonio Lopes; secretário-geral: Gaitano Antonaccio; tesoureira: Lúcia Viana. O conselho fiscal, por sua vez, tem como titulares: Marinildes Lima, Alcemir Figliuolo e Lafayette Vieira; e como suplentes: Luziane de Figueiredo, Helso do Carmo Ribeiro Filho e Mário Aufiero.

O ministro Mauro Campbell Marques, que assume a cadeira de n. 3, cujo patrono é Áderson Pereira Dutra, recebeu com imensa responsabilidade e especial respeito, o convite para integrar, como fundador, os quadros da ACLJA, do seu querido Estado do Amazonas. “Urge que nós assumamos o nosso papel de construir uma sociedade melhor, ajudando na formação dos cidadãos e, assim, fomentar os desenvolvimentos cultural, social e intelectual de nossos conterrâneos e brasileiros”.

O advogado e jornalista Phelippe Daou, formado na Velha Jaqueira e recentemente falecido, foi homenageado in memoriam pela Academia, que lhe conferiu o diploma de honra ao mérito, recebido por seu filho Phelippe Jr. Em data a ser marcada, no final de 2017, ocorrerá a posse solene, com a outorga da Medalha e a entrega do Diploma Acadêmico aos membros da “Casa de Bernardo Cabral”.