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Nota de júbilo

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Para satisfação e orgulho dos fundadores da Revista Justiça & Cidadania, inaugurada e editada pela primeira vez em maio de 1999, ela passará a circular com divulgação promocional para todos os magistrados do País. São cerca de 15.000 juízes. Lembramos com alegria que, quando da primeira edição, com 1.500 exemplares, sonhávamos chegar ao que acontecerá a partir desse mês. Foram 12 anos de lutas com ânimo, coragem, sacrifício, renúncia, muito trabalho e firme determinação.

Lembramos os primeiros colaboradores e incentivadores, desembargadores Alberto Nogueira, Fernando Ribeiro de Carvalho, Paulo Barata, Paulo Espirito Santo; ministros Evandro Lins e Silva, Sepúlveda Pertence, Antonio Pádua Ribeiro, Arnaldo Esteves; o Procurador da República João Pedro Sabóia Bandeira de Mello; o Senador Pedro Simon; e, em especial, os ministros Carlos Velloso e Marco Aurélio, que foram os fomentadores e responsáveis pela adoção dos troféus Dom Quixote de La Mancha e Sancho Pança. Estes troféus se tornaram símbolos da Revista e são outorgados a personalidades que se destacam pelas atividades em defesa da cidadania e aplicação dos princípios da ética, moralidade, coragem, amor, renúncia e determinação, os quais, em especial, se identificam com o trabalho dogmático dos magistrados, como bem definido pelo ministro Carlos Velloso.

Também os agradecimentos aos caríssimos colaboradores ministros dos Tribunais Superiores; desembargadores dos Tribunais de Justiça, Tribunais Regionais Federais, Tribunais do Trabalho; juízes; procuradores de Justiça; promotores e advogados que possibilitaram, com seus artigos e matérias de valor jurídico excepcional, que a Revista conquistasse alto conceito e prestígio.

Temos o dever de agradecer o apoio fundamental dos patrocinadores da Revista, sem o qual não teríamos alcançado êxito: à Organização Bradesco, por meio dos seus dirigentes Lázaro de Mello Brandão e Luiz Carlos Trabuco Cappi; à Fetranspor, pelo grato incentivo do seu presidente, Lélis Marcos Teixeira; aos empresários Jonas Barcellos e Humberto Mota, que colaboraram para o prestígio de que a publicação desfruta junto ao Judiciário; e, agora, à Petrobras que possibilitou nossa última conquista, enviar a Revista para todos os magistrados do Brasil.

Da mesma forma, mantemos na mente e no coração, gratos e reconhecidos, outras pessoas que também foram importantes para o sucesso e a continuidade da Revista, e que muito nos ajudaram a chegar a esses 12 anos de publicação, como o nosso antigo locador Márcio De Paoli, pela tolerância com os inadimplementos nos momentos difíceis, e os companheiros de trabalho Erika Branco, Mariana Fróes, Diogo Tomaz, Giselle Souza, Vinicius Nogueira, Amanda Nóbrega e Cleide Souza, pela dedicação e empenho. Agradecemos, também, à ZIT Gráfica, que suportou e financiou muitas e seguidas edições.

Finalmente, nosso reconhecimento e gratidão aos membros do Conselho Editorial, presidido pelo ilustre jurista J. Bernardo Cabral, que, com a colaboração dos demais conselheiros, nos possibilitou os louros e a consagração alcançados.