OAB de luto pela perda de Márcio Thomaz Bastos

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Marcio-tomaz-bastosFoi publicado na página oficial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) um texto de “profundo pesar e consternação” pelo falecimento do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, ocorrido na manhã  da última quinta-feira (20). O velório ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo.

O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, anunciou luto oficial de 7 dias, com a bandeira a meio mastro, e afirmou que “Márcio será sempre inspiração para a defesa do estado de direito, dos valores constitucionais e dos fundamentos de uma sociedade civilizada. Um brasileiro exemplar, um advogado ético e decente, um jurista de escol, um homem de família, um amigo e conselheiro. Ao luto institucional se soma a tristeza pessoal pela irreparável perda deste inigualável presidente de sempre do Conselho Federal da OAB”, assinalou Marcus Vinicius.

Emocionado, o presidente da instituição ressaltou que “ao lado do luto institucional para a advocacia brasileira e para a OAB, por ter perdido esse grande presidente de sempre, há um lado pessoal de tristeza. Ele era um amigo querido, um grande conselheiro. É uma perda irreparável de alguém que se foi, mas que irá nos inspirar para sempre”.

A OAB Nacional, por seu presidente, remeteu moção de pesar à família enlutada. Marcus Vinicius prestou as homenagens da advocacia brasileira ao “cidadão do estado de direito” no velório em São Paulo.

O texto do Conselho Federal da OAB lembrou também que Márcio Thomaz Bastos defendeu um projeto de reforma política, sendo “fundamental que os advogados criem as condições para o debate dos ajustes que precisam ser feitos e, principalmente, que seja um debate com farol alto, olhando para o futuro, a fim de que possamos construir um Brasil de instituições fortes, livres e democráticas, ou seja, construir um Estado de Direito Democrático”. Para o ex-ministro da Justiça, a reforma política ajudaria a reduzir denúncias de corrupção. “Mas a reforma política por si só e por melhor que seja não resolverá a corrupção. O que resolverá a corrupção, se é que a questão da corrupção se resolve definitivamente, é a criação de novas culturas e novas instituições”, disse.

Em um longo perfil publicado em 2009, na revista “Piauí”, Márcio Thomaz Bastos afirmou que gostaria de ser enterrado com uma velha beca, que usou durante quase toda a carreira. Seu corpo vestia a indumentária no velório. “Eu fui ministro quatro anos e uns meses, e advogado por 45 anos. O que eu sou mesmo é advogado”, afirmou à publicação.

Nota de Pesar do Conselho Federal da OAB: http://bit.ly/1xJNlUw

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