Ler desperta a sensibilidade social e humanística

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Luiz Fernando Ribeiro de CarvalhoÀ frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ/RJ) o desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, afirma: “uma pessoa mais informada é mais livre”.

“O desafio de todos os juízes e magistrados é o de contribuir para uma justiça mais célere e mais justa em seus julgamentos, principalmente em um tribunal como o do Rio de Janeiro, que tem uma participação efetiva e é exemplo de atuação no país. E a formação e preparação que passa pela educação para lidar com essas questões é fundamental”, diz.

Ao longo de sua formação, o presidente do TJ/RJ, cita que a leitura foi fundamental para a sua atuação na carreira.

“A cultura é essencial para transformar e entender as mais diversas realidades, principalmente para os operadores da Justiça que lidam com a vida das pessoas”, diz sobre a importância da leitura.

Ele cita cinco obras que marcaram e influenciaram as suas trajetórias pessoal e profissional: “Memorial do Convento”, um romance de José Saramago; “A Pele”, de Curzio Malaparte; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis; “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel Garcia Márquez; “O Tempo da Memória”, de Norberto Bobbio; e “O Controle Judicial de Constitucionalidade das Leis no Direito Comparado”, de Mauro Cappelletti.

“Em comum, todas essas obras ensinam a importância do interesse pelos mistérios da condição humana”, explica o magistrado sobre a lista de livros.

Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o presidente do TJ/RJ atuou como advogado militante no período de 1971 a 1982, foi defensor público entre 1977 e 1982, quando ingressou na magistratura. Luiz Fernando também foi presidente da Associação de Magistrado e da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro e da Associação dos Magistrados Brasileiros.

Na avaliação do presidente do TJ/RJ, o hábito de ler deve ser estimulado porque é de extrema importância para a construção de uma sociedade melhor, tanto a de livros como a de notícias com jornais e revistas. “A leitura desperta a sensibilidade social e humanística”, completa.

Atualmente, o desembargador está lendo a obra “O homem que amava os cachorros”, de Leonardo Padura, um grande autor contemporâneo.prateleira

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